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lunes, 30 de mayo de 2011
ESTUDIO PILOTO PARA MINIMIZAR EL IMPACTO QUE PRODUCEN LAS COMUNIDADES DE DELFIN MULAR (Arroaz en Galicia) EN LAS ARTES DE PESCA TRADICIONAL DE LAS AGUAS COSTERAS DE GALICIA
Publicadas por
G.R.E.M.MAR. DOLPHINS RESCUE AND RESEARCH GROUP OF MARINE MAMMALS
a la/s
3:38 p. m.
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domingo, 29 de mayo de 2011
PROYECTOS SIMILARES EN GALICIA COMO EN PORTUGAL
«Se están acostumbrando a tener la comida cómoda y fácil. Prácticamente, nos están esperando a que salgamos del puerto». Isaac Querejeta, patrón mayor de Raxó, alertó ayer que los, cada vez más habituales, ataques de arroaces a la flota del xeito están poniendo en jaque la temporada de la sardina.
Por otro lado de cosas estamos consultando una iniciativa de denuncia ante el presidente de CEMMA D. Alfredo Lopez Fernandez por calumnias ante las reiteradas falsedades ante nuestro trabajo realizado con Pinger´s con participacion del Gobierno Gallego y su Conselleria do Mar y para que todo el mundo lo conozca esta entidad participa en un proyecto similar en Portugal y la Universidad do Miño donde utilizan los mismos aparatos que usamos en Galicia.
LA PREGUNTA ES LA SIGUIENTE:
QUE ES LO QUE PRETENDEN O QUE ES LO QUE QUIEREN LOS DEL CEMMA
Por otro lado de cosas estamos consultando una iniciativa de denuncia ante el presidente de CEMMA D. Alfredo Lopez Fernandez por calumnias ante las reiteradas falsedades ante nuestro trabajo realizado con Pinger´s con participacion del Gobierno Gallego y su Conselleria do Mar y para que todo el mundo lo conozca esta entidad participa en un proyecto similar en Portugal y la Universidad do Miño donde utilizan los mismos aparatos que usamos en Galicia.
LA PREGUNTA ES LA SIGUIENTE:
QUE ES LO QUE PRETENDEN O QUE ES LO QUE QUIEREN LOS DEL CEMMA
ESTE ENLACE ES PARA QUIEN DESEE OBSERVE LO QUE SE REALIZA EN PORTUGAL CON LOS DISUASORES ``PINGERS´´ IGUALMENTE QUE EN GALICIA
SON DE LA EMPRESA FUMUNDA http://www.fumunda.com/languag es/esp/home
EN GALICIA SE REALIZA COMO EN PORTUGAL CON EL MASIMO RESPECTO HACIA LAS POBLACIONES DE DELFINES (No seria de menos) Y EN PARTICIPACION DE LA CONSELLERIA DE MAR DE LA XUNTA DE GALICIA Y BAJO UN PROYECTO EXPERIMENTAL
SON DE LA EMPRESA FUMUNDA http://www.fumunda.com/languag
EN GALICIA SE REALIZA COMO EN PORTUGAL CON EL MASIMO RESPECTO HACIA LAS POBLACIONES DE DELFINES (No seria de menos) Y EN PARTICIPACION DE LA CONSELLERIA DE MAR DE LA XUNTA DE GALICIA Y BAJO UN PROYECTO EXPERIMENTAL
Durante a fin de semana do 16 e 17 de abril vaise celebrar en Figueira da Foz (Portugal) o II Seminario do proxecto SAFESEA, no que CEMMA participa como asesor (entidades participantes no proxecto).
Página do projecto SAFESEA no sítio do EEA Grants
O projecto SAFESEA pretende, durante um período de dois anos e meio, recolher informação ... de modo a avaliar o estado das populações de cetáceos, avaliar as capturas acidentais de cetáceos nas artes de pescas e a implementar um ensaio piloto de dispositivos de alerta (dispositivos acústicos e redes acusticamente melhoradas), de modo a diminuir a captura acidental de cetáceos. Simultaneamente, pretende-se sensibilizar a comunidade piscatória local, através de campanhas de educação ambiental e a implementação de um manual de boas práticas, de modo a promover a exploração sustentável dos recursos marinhos e a conservação de espécies protegidas.
Estas informações irão contribuir para uma maior compatibilização da actividade pesqueira local com a conservação de cetáceos e, por isso, contribuir para o desenvolvimento sustentável da pesca local.
As interacções existentes entre as artes de pesca e os cetáceos têm sido frequentemente relatadas e envolvem quase todos os tipos de artes, tendo consequências negativas quer para a economia pesqueira quer para o estado de conservação de várias espécies de cetáceos. Estas interacções normalmente tomam duas formas: a captura acidental de cetáceos em operações de pesca e a predação nas artes de pesca efectuadas pelos cetáceos, levando à perda de pescado e danificação dos aparelhos de pesca.
Através da participação directa das associações de pesca local, este projecto estará a contribuir para a sustentabilidade das pescas locais e a conservação de cetáceos, não como resultado de leis impostas pelo Estado mas sim como uma consequência dos seus próprios esforços. Na verdade, tentar-se-á demonstrar que as medidas de conservação e gestão que integrem as recomendações dos pescadores são mais eficazes e com maior probabilidade de sucesso.
A área de implementação do projecto SAFESEA será a zona centro e norte de Portugal, entre S. Martinho do Porto e Caminha, cobrindo uma faixa costeira de cerca 500 km. A área será monitorizada desde a linha de costa até à batimétrica de 200m (entre 30 a 50km da linha de costa). Nesta área é possível encontrar alguns dos principais portos de pesca de Portugal e também importantes comunidades piscatórias locais que dependem da pesca tradicional.
Projecto SAFESEA n'"A Voz da Figueira"
"Vários barcos na Figueira já têm dispositivos para afastar golfinhos.
Para resolver o problema da captura acidental de cetáceos estão a ser colocados dispositivos nas redes para afastar estes animais. O projecto, que envolve também embarcações figueirenses, recebeu um galardão do Green Project Awards
A interacção entre a pesca e os cetáceos é um grave problema mundial com consequências negativas para a economia pesqueira e para a conservação de várias espécies de cetáceos. Estas interacções resultam na captura acidental, com elevados níveis de mortalidade de cetáceos e/ ou na predação por parte dos cetáceos sobre as artes de pesca, levando a perdas económicas por danos no pescado e nas artes.
Em Portugal, este problema começou a ser estudado com o projecto SafeSea, que é responsável pela primeira campanha nacional de censos de cetáceos com o objectivo de conhecer a distribuição e abundância de cetáceos costeiros, sendo também um projecto pioneiro no uso de medidas de mitigação em cooperação com o sector das pescas. Este esforço resulta de uma parceria voluntária com o sector da pesca, que permitiu equipar parte da frota de pesca Portuguesa com redes de pesca e dispositivos acústicos (pingers) que contribuem para uma redução das interacções entre as pescas e os cetáceos, num esforço sem precedentes para diminuir a mortalidade de espécies ameaçadas."
Página do projecto SAFESEA no sítio do EEA Grants
O projecto SAFESEA pretende, durante um período de dois anos e meio, recolher informação ... de modo a avaliar o estado das populações de cetáceos, avaliar as capturas acidentais de cetáceos nas artes de pescas e a implementar um ensaio piloto de dispositivos de alerta (dispositivos acústicos e redes acusticamente melhoradas), de modo a diminuir a captura acidental de cetáceos. Simultaneamente, pretende-se sensibilizar a comunidade piscatória local, através de campanhas de educação ambiental e a implementação de um manual de boas práticas, de modo a promover a exploração sustentável dos recursos marinhos e a conservação de espécies protegidas.
Estas informações irão contribuir para uma maior compatibilização da actividade pesqueira local com a conservação de cetáceos e, por isso, contribuir para o desenvolvimento sustentável da pesca local.
As interacções existentes entre as artes de pesca e os cetáceos têm sido frequentemente relatadas e envolvem quase todos os tipos de artes, tendo consequências negativas quer para a economia pesqueira quer para o estado de conservação de várias espécies de cetáceos. Estas interacções normalmente tomam duas formas: a captura acidental de cetáceos em operações de pesca e a predação nas artes de pesca efectuadas pelos cetáceos, levando à perda de pescado e danificação dos aparelhos de pesca.
Através da participação directa das associações de pesca local, este projecto estará a contribuir para a sustentabilidade das pescas locais e a conservação de cetáceos, não como resultado de leis impostas pelo Estado mas sim como uma consequência dos seus próprios esforços. Na verdade, tentar-se-á demonstrar que as medidas de conservação e gestão que integrem as recomendações dos pescadores são mais eficazes e com maior probabilidade de sucesso.
A área de implementação do projecto SAFESEA será a zona centro e norte de Portugal, entre S. Martinho do Porto e Caminha, cobrindo uma faixa costeira de cerca 500 km. A área será monitorizada desde a linha de costa até à batimétrica de 200m (entre 30 a 50km da linha de costa). Nesta área é possível encontrar alguns dos principais portos de pesca de Portugal e também importantes comunidades piscatórias locais que dependem da pesca tradicional.
Projecto SAFESEA n'"A Voz da Figueira"
"Vários barcos na Figueira já têm dispositivos para afastar golfinhos.
Para resolver o problema da captura acidental de cetáceos estão a ser colocados dispositivos nas redes para afastar estes animais. O projecto, que envolve também embarcações figueirenses, recebeu um galardão do Green Project Awards
A interacção entre a pesca e os cetáceos é um grave problema mundial com consequências negativas para a economia pesqueira e para a conservação de várias espécies de cetáceos. Estas interacções resultam na captura acidental, com elevados níveis de mortalidade de cetáceos e/ ou na predação por parte dos cetáceos sobre as artes de pesca, levando a perdas económicas por danos no pescado e nas artes.
Em Portugal, este problema começou a ser estudado com o projecto SafeSea, que é responsável pela primeira campanha nacional de censos de cetáceos com o objectivo de conhecer a distribuição e abundância de cetáceos costeiros, sendo também um projecto pioneiro no uso de medidas de mitigação em cooperação com o sector das pescas. Este esforço resulta de uma parceria voluntária com o sector da pesca, que permitiu equipar parte da frota de pesca Portuguesa com redes de pesca e dispositivos acústicos (pingers) que contribuem para uma redução das interacções entre as pescas e os cetáceos, num esforço sem precedentes para diminuir a mortalidade de espécies ameaçadas."
GREMMAR DOLPHINS RESCUE
Publicadas por
G.R.E.M.MAR. DOLPHINS RESCUE AND RESEARCH GROUP OF MARINE MAMMALS
a la/s
2:37 a. m.
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«Se están acostumbrando a tener la comida cómoda y fácil. Prácticamente, nos están esperando a que salgamos del puerto». Isaac Querejeta, patrón mayor de Raxó, alertó ayer que los, cada vez más habituales, ataques de arroaces a la flota del xeito están poniendo en jaque la temporada de la sardina.
http://www.lavozdegalicia.es/pontevedra/2011/05/28/0003_201105P28C10991.htm
Estos ataques se están acentuando en una época considerada la más fuerte por el sector y temen que el mercado sufra algún tipo desabastecimiento. De hecho, este jueves la flota tuvo que regresar al puerto de Combarro después de que los delfines destrozasen numerosos aparejos y se hubiesen contabilizado pérdidas de cerca del 75%.
Isaac Querejeta lamentó que, «a veces, ni podemos lanzar el aparejo porque sabemos lo que nos a pasar». Añadió que a las pérdidas de capturas se suman los gastos que ocasionan reparar o, incluso, reparar algunas redes -su coste se sitúa en torno a los trescientos euros-, la pérdidas de días de trabajo o los costes de combustible.
Tras calificar la situación como una «problemática grave», el patrón mayor de Raxó asumió que «hay algún valiente que, por necesidad, se dice que si ??cojo tres cajas y me rompen un poco el aparejo, lo voy arreglando. Largo rápido, viro rápido...??. Pero esto no es plan».
Sus palabras fueron suscritos por otros marineros de Combarro, quienes no dudaron en definir al arroaz como «el enemigo número uno» del xeito. «Ya fue de siempre, pero ahora... No hay forma. La ría está llena de ellos».
Además, se están verificando ataques a otros tipos de arte donde hasta ahora la incidencia de los delfines era residual. Es el caso de Antonio, quien ha visto en los últimos cuatro meses dos ataques al cerco por parte de arroaces. También las perdidas son cuantiosas.
Eso sí, todos coinciden en que los cetáceos utilizan distintas estrategias según el arte.
Dispositivos disuasorios
A la vista de una situación que «es un problema que, año tras año, va a más», Isaac Querejeta advirtió de que el sector podría verse abocado «a tener que dejar de salir al mar». Pidió una mayor implicación de la Xunta, sobre todo a la hora de permitirles emplear dispositivos por ultrasonidos. Asumen que no son efectivos al 100%.
En la actualidad, tal y como indicó Antonio Folgar, del Gremmar, está en marcha un proyecto piloto para emplear estos mecanismos disuasorios, que ya se utilizan en otros países, como Estados Unidos o Portugal. «Aquí no se va a matar a ningún delfín. La gente lo que quiere es convivir. Trabajando en el mar, pero conviviendo», recalcó.
La proliferación de ataques de arroaces ponen en jaque a los barcos del xeito
El jueves, la flota regresó a Combarro tras perder el 75% de las capturas
Poio / la voz 28/5/2011
López Penide
Auto
Volver «Se están acostumbrando a tener la comida cómoda y fácil. Prácticamente, nos están esperando a que salgamos del puerto». Isaac Querejeta, patrón mayor de Raxó, alertó ayer que los, cada vez más habituales, ataques de arroaces a la flota del xeito están poniendo en jaque la temporada de la sardina.Estos ataques se están acentuando en una época considerada la más fuerte por el sector y temen que el mercado sufra algún tipo desabastecimiento. De hecho, este jueves la flota tuvo que regresar al puerto de Combarro después de que los delfines destrozasen numerosos aparejos y se hubiesen contabilizado pérdidas de cerca del 75%.
Isaac Querejeta lamentó que, «a veces, ni podemos lanzar el aparejo porque sabemos lo que nos a pasar». Añadió que a las pérdidas de capturas se suman los gastos que ocasionan reparar o, incluso, reparar algunas redes -su coste se sitúa en torno a los trescientos euros-, la pérdidas de días de trabajo o los costes de combustible.
Tras calificar la situación como una «problemática grave», el patrón mayor de Raxó asumió que «hay algún valiente que, por necesidad, se dice que si ??cojo tres cajas y me rompen un poco el aparejo, lo voy arreglando. Largo rápido, viro rápido...??. Pero esto no es plan».
Sus palabras fueron suscritos por otros marineros de Combarro, quienes no dudaron en definir al arroaz como «el enemigo número uno» del xeito. «Ya fue de siempre, pero ahora... No hay forma. La ría está llena de ellos».
Además, se están verificando ataques a otros tipos de arte donde hasta ahora la incidencia de los delfines era residual. Es el caso de Antonio, quien ha visto en los últimos cuatro meses dos ataques al cerco por parte de arroaces. También las perdidas son cuantiosas.
Eso sí, todos coinciden en que los cetáceos utilizan distintas estrategias según el arte.
Dispositivos disuasorios
A la vista de una situación que «es un problema que, año tras año, va a más», Isaac Querejeta advirtió de que el sector podría verse abocado «a tener que dejar de salir al mar». Pidió una mayor implicación de la Xunta, sobre todo a la hora de permitirles emplear dispositivos por ultrasonidos. Asumen que no son efectivos al 100%.
En la actualidad, tal y como indicó Antonio Folgar, del Gremmar, está en marcha un proyecto piloto para emplear estos mecanismos disuasorios, que ya se utilizan en otros países, como Estados Unidos o Portugal. «Aquí no se va a matar a ningún delfín. La gente lo que quiere es convivir. Trabajando en el mar, pero conviviendo», recalcó.
Publicadas por
G.R.E.M.MAR. DOLPHINS RESCUE AND RESEARCH GROUP OF MARINE MAMMALS
a la/s
1:50 a. m.
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